Por que eles guerreiam
A propósito de mais um aniversário do atentado de 11 de Setembro, assisti a um filme na televisão, estes dias, que merece comentário.
Exibido pelo Cinemax, é uma daquelas produções independentes que passam só nos festivais de cinema alternativos, ou bem de madrugada, em canais por assinatura.
Com o nome de “Why we fight” (Por que nós guerreamos) é o tipo de filme que acaba visto apenas por quem já tem opinião formada sobre o tema.
De qualquer forma, é importante para subsidiar pacifistas como este velho blogueiro que sempre seguiu o antigo ditado brasileiro:
Em caso de guerra, mato ou morro. Ou corro para o mato, ou fujo para o morro.
Voltemos ao filme. Trata-se de um documentário sério, cuja intenção é mostrar, de maneira mais imparcial possível, por que, realmente, os Estados Unidos estão permanentemente envolvidos em intervenções militares.
Ao seu final, constatamos que apesar do alerta feito pelo presidente Dwight Eisenhower, em seu famoso discurso de despedida da Casa Branca, em 1961, eles venceram.
Quem são eles? São a força que Eisenhower chamou de Complexo Militar-Industrial que, como avisava, estava começando a tomar conta do governo americano.
Antes de alguém me tachar (não confundir com taxar, pois isso lá com a Martha) de comunista ou muçulmano, é bom deixar claro que esse alerta foi feito por um presidente americano, não por mim.
A indústria da guerra é impressionante. Não são apenas os fabricantes de navios, aviões de combate, bombas, tanques, enfim, armas e munições.
São centenas de outras empresas, empregando milhares de pessoas e gerando receitas de milhões de dólares, que produzem botas, uniformes, medicamentos etc. Até marmitas entram nesse rol, pois a comida dos soldados já é terceirizada e chega ao front em “quentinhas”.
Isso sem contar as empresas de reconstrução das áreas atingidas que, tão logo terminem os conflitos, desembarcam para refazer pontes, trilhos, fábricas, enfim, tudo o que eles próprios destruíram.
O Complexo Militar-Industrial domina, hoje, o governo dos EUA, seja ele democrata ou republicano.
Perdoem-me meus poucos mas famintos leitores se insisto em tirar seu apetite para a tradicional feijoada das quartas-feiras.
Mas podem escrever aí: seja qual for o candidato a ser eleito agora, Barack Obama ou John MacCain, ele será sempre impelido a declarar guerra. Se não houver motivo, eles criam.
Apaixonado por teorias da conspiração, vejo semelhanças entre o atentado às Torres Gêmeas, em Nova Iorque, e a bomba no Rio Centro, no Rio de Janeiro.
Para quem já está com a memória fraca ou nem era nascido: no dia 1° de Maio de 1981 haveria um grande show no Rio Centro, em comemoração ao Dia do Trabalho.
Setores “linha-dura” do Exército planejaram explodir uma bomba no local e colocar a culpa em terroristas de esquerda. Assim, jutificariam a manutenção da ditadura militar e do aparelho repressivo no Brasil.
A bomba, porém, explodiu no colo do sargento do Exército (um “aloprado” de então) que a levava, castrando o sinistro plano, figurativamente, e o próprio soldado, literalmente.
Não duvido nem um pouco que 11 de Setembro tenha sido armado nos porões do tal Complexo Militar-Industrial.
Depois de assistir a “Why we fight” é difícil alguém considerar simples coincidência o fato de Bin Laden pertencer à família que, no passado, teve interesses comerciais com os Bush, e foi armado pelos EUA para combater os soviéticos no Afeganistão.
E o que é mais suspeito: não ter sido localizado até agora por uma potência capaz de encontrar Sadham Hussein em um longínquo rincão iraquiano, dentro de um buraco debaixo da terra.
Já que estamos falando de filmes e da indústria da guerra, sugiro que você assista também a “War, Inc”, estrelado pelos irmãos John e Joan Cusack. É uma crítica mordaz e às vezes alucinada a esses “terceirizadores” que ficam bilionários destruindo e depois reconstruindo nações. Destaque para o sombrio papel de Ben Kingsley, que já foi o pacifista Gandhi.
Escuta aquí seu “ZÉ, sabe que o senhor está com a razão em sua acurada opinião. Lí e fiquei pensando qual seria a “utilidade” de mais esse conhecimento. E de repente PENSEI QUE NÓS HOMENS DE PAZ E DE BEM, BRASILEIROS E OUTROS QUE NÃO, BEM PODERIAMOS APROVEITAR O SEU “BLOG” PARA INICIAR “JÁ” UMA CONSPIRAÇÃO PARA IMPORMOS A PAZ NO MUNDO A PARTIR DE CASA UM DE NÓS, A PARTIR DE NOSSA FAMÍLIA, BAIRRO, CIDADE, ESTADO E NAÇÃO. Estariamos reconstruindo a felicidade que governos incompetentes e poristo corruptos, ROUBAM E DESTROEM DO NOSSO POVO. Que tal? mãoos à obra que estou na “escuta ZÈ”. cleodoval@gmail.com
Esta também é a minha opinião há muito tempo. Não assisti aos filmes “Why we fight” e “War, Inc”, mas sempre saquei estas guerras encomendadas. Soube, que há um acordo entre os países “desenvolvidos” da América, Europa e Ásia, feito após a 2ª Guerra Mundial, para não guerrearem entre eles, mas fomentar guerras e revoluções nos países “subdesenvolvidos”. Um dos principais elementos instigadores é o separatismo: do Cáucaso à Bolívia, passando pelo Oriente Médio, Timor-Leste, África e “onde for preciso”.
A invasão de uma Escola Infantil por “Cherchenos”, na Rússia, também faz parte dos planos genocidas das nações desenvolvidas.
E o Brasil? Estranho as ações de nossas forças armadas em “ações de Paz”, no Haiti, pleiteando um ama vaga como membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, e os intempestivos discursos e atitudes em em defesa de que “o Brasil deve se prepara e se armar para a Guerra”, do neo-ministro e professor universitário nos Estados Unidos (coincidência??), Roberto Mangabeira Unger.
E se as idéias belicistas do Sr. Mangabeira Unger prevalecerem? Além de desviarmos recursos preciosos da Educação, Saúde, Cultura, Habitação, etc., para comprarmos armas ou fomentar a indústria bélica nacional, mandaremos para a morte, milhares de jovens num futuro não muito distante.
Wellington Santana
Arcoverde - Pernambuco
wellingsant@gmail.com
Prezado Zé;
Eu já havia comentado parte desse assunto nos textos anteriores elaborado por esse blog, e torno a repertir que esses futuros governantes da “pretenciosa nação dominante”, EUA, são comprometido com a indústria belicista. O professor Luiz Alberto Muniz Bandeira, que estuda Os Estados Unidos da América, há 50 anos, disse em entrevista à Agência Brasil em 2006, que aproximadamente, 6.300 militares americanos estiveram realizando operação na região da Amazônia entre 2001 e 2002, relatado no seu livro “ Formação do Império Americano. Da guerra contra a Espanha à guerra do Iraque.” O interesse americano na América do Sul e nos demais países emergentes é focalizado nos recursos naturais, principalmente, o petróleo, pivot dos entraves que geram as guerras, daí a necessidade que se pretende formar um “cinturão militar” no cone sul pelos norte-americanos. Só nos países andinos, 25% são consumidos pelos EUA (petróleo), Venezuela fornece 15%, razão essa que o atual presidente americano, Bush pretende tirar Hugo Chaves do poder. O disfarce da invasão forasteira em nosso continente, se dá pelas fronteiras através das Military Company Corporation (Companhias Militares Privadas), empresas terceirizadas pelo Pentágono desde os anos 90, uma espécie de recurso para driblar o Congresso Americano, pois esses terceirizados realizam funções militares, tais como pilotam avião, espionam, torturam, fabricam material bélico, enfim, tudo que uma organização militar necessita em termos de guerrilha, eles executam. A seguir, para finalizar esse debate, transcrevo a situação da presença militar norte-americana na América do Sul. SURINAME
- Oficial norte-americano trabalha em conjunto com Forças Armadas do Suriname.
Ações militares cívico-sociais no interior do país; Guiana- Oficial norte-americano trabalha em conjunto com Forças de Defesa da Guiana.
Ajuda militar, econômica e humanitária dos EUA e treinamento das Forças de Defesa da Guiana; COLÔMBIA - Cerca de 500 militares dos EUA prestam apoio ao
Plano Colômbia.
Empresa privada dos EUA DynCorp trouxe 80 pilotos e mecânicos e 50 helicópteros.
País tem a maior assistência militar e policial dos EUA em treinamento, equipamento e armamento em toda
a América Latina e Caribe.
San Andrés, La Guajira e Letícia (Amazonas) : estações de radar norte-americanos
Florência e Mocoa: Brigadas de Infantaria
Tres Esquinas: Brigada Antinarcóticos; EQUADOR - Manta: única Localidade de Operações Avançadas dos EUA na América do Sul. Cerca de 470 norte-americanos atuam na base e equatorianos não têm acesso
às certas áreas.
Forças Especiais dos EUA recebem treinamento para ambiente operacional de selva amazônica; PERU - Grupo de ajuda militar apóia Forças Armadas Peruanas.
Recebe financiamento para o combate ao tráfico de drogas.
Iquitos, Yurimaguas, Caballococha e Santa Rosa: radares de grande alcance operados total ou parcialmente por norte-americanos
Chiclayo, La Joya, Pucallpa e Puerto Esperanza: EUA utilizam bases aéreas. Em Pucallpa ficam aeronaves do DEA e em Puerto Esperanza houve ampliação da pista de pouso, próxima à fronteira brasileira, no Acre, para ativação de uma base aérea compartilhada.
Fronteira Brasil-Peru: operações da companhia militar privada dos EUA Aviacion Development Corp; BOLÍVIA- Cerca de 5 mil norte-americanos participam de atividades militares e policiais em localidades bolivianas.Chapare e Yungas: pelo menos 500 militares norte-americanos atuam no levantamento de possíveis grupos armados que possam resistir às ações contra o narcotráfico.
La Paz: EUA mantém a maior embaixada do subcontinente americano, comcerca de 900 pessoas.
Chimoré: pista de pouso e instalações militares norte-americanas e financiamento de obras de ampliação
de diversos aeródromos.
Apoio à estrutura de combate ao narcotráfico.
Radares operados pelos EUA para rastrear vôos clandestinos e coordenar combate ao narcotráfico. CHILE -Auxílio de militares norte-americanos para execução
de trabalhos civis.
Recebe financiamento para o combate ao tráfico de drogas.
Acordo para aquisição de material e serviços
na área militar; Argentina- Radares norte-americanos cobrem, provavelmente,
o sul do Brasil.
Puerto Iguazu: equipe de fuzileiros navais para auxílio no combate à dengue e avião da marinha norte-americana para auxiliar no combate ao terrorismo na Tríplice Fronteira; URUGUAI- Exercício anual realizado pelas Forças Aéreas do
Uruguai e dos EUA.
Operação Unitas, realizada anualmente pelas marinhas uruguaias e norte-americanas
; PARAGUAI- Ações conjuntas com o exército norte-americano.
Assunción: Militares dos EUA no Centro de Instrução Militar de Operações Especiais.
Mariscal Estigarribia: pista de pouso para qualquer tipo de aeronave e apoio a operações norte-americanas na região
Coronel Olviedo, Salto Del Guairá e Pedro Juan Caballero: pistas de vôo asfaltadas com sistemas de iluminação financiadas pelos EUA. Recentemente, já se articula uma possível reativação da IV Frota americana, tentando se aproximar com interesses escusos da nova descoberta de petróleo brasileiro, Pré-sal. Fiquemos atentos !
É lamentável Zé…
Não a atitude beligerante norte americana, esta já é bem conhecida por todos nós.
Mas sua atitude capciosa de colar a imagem da Marta Suplicy às taxas. Da próxima vez, seja mais espertalhão e arranje um texto em que você possa citar “relaxa e goza”.
Tudo bem, é natural, que não conhece cabeça de reacionário? Tomara que você obtenha êxito e consiga prolongar, ainda por mais tempo a administração PSDB/DEMO através do Kassab ou quiçá só PSDB com o Alckimin.
O povo paulistano, enlutado, há de agradecê-lo imensamente e a Alston não tão enlutada, porém também efusivamente…
Wilson (bispodorei@yahoo.com.br)
A propósito de mercado de armas, aquele filme famoso, com aquele cara famoso
que passou em todos os cinemas e eu fui ver também, junto com muitas outras
pessoas (não foi de madrugada na tv paga)
Acho que é Senhor da Guerra
na penúltima cena, quando ele está preso, sem família, realmente com provas
pra incriminá-lo, ele diz a mesma coisa: daqui a uns minutos, alguém muito
importante vai te telefonar e mandar me soltar, pois eles precisam de mim”
S.Leo
Caro Sr. José Luiz Teixeira, venho por meio deste parabenizá-lo pelo excelente trabalho que vem sendo feito por meio do seu blog. É claro que, se elogiar o carcereiro desce liberdade ao preso em que mundo viveríamos?! Mas, mais alguns “Zés”, com certeza, seriam muito bem vindos em nosso país.
Eu como professor tento, dentro de minhas limitações, sempre cumprir com o meu papel de educador (conselheiro, psicólogo, pai…) da melhor maneira possível, pois creio também que não podemos perder a nossa fé no futuro desse país.
Mais uma vez parabéns! Pessoas como o Sr., entre outras coisas, nos dão animo e alegria para que possamos seguir em frente com nossos sonhos.
Att.
Gustavo Antônio S. Inácio
Professor de História
Atenção jornalistas brasileiros diplomados ou não!
Quem vai fazer o que ainda não foi feito?
Mudei “americanos” para “estadunidenses”,
já que todos que habitam nas Américas do Norte,
do Sul e Central são americanos.
—– Original Message —–
From: Brunno Barbosa
LEIAM COM MUITA ATENÇÃO ESSE E-MAIL… O JORNAL ARGENTINO EL CLARÍN
NOTICIOU HOJE QUE FROTAS DE NAVIOS ESTADUNIDENSES ESTÃO EM ÁGUAS
BRASILEIRAS,
MAIS ESPECIFICAMENTE NA BACIA DE SANTOS (JUSTAMENTE ONDE A PETROBRÁS
DESCOBRIU O QUE POSSA SER A MAIOR JAZIDA DE PETRÓLEO DA HISTÓRIA).
O PRESIDENTE LULA JÁ PEDIU EXPLICAÇÕES AOS EUA, MAS ATÉ AGORA NÃO
OBTEVE NENHUMA RESPOSTA. O MAIS INCRÍVEL É QUE A IMPRENSA BRASILEIRA
NÃO NOTICIA
ABSOLUTAMENTE NADA SOBRE O ASSUNTO.
ORA, LEMBRO A VOCÊS QUE A IV FROTA ESTADUNIDENSE (A QUE ESTÁ NA BACIA DE
SANTOS) É A MESMA QUE BOMBARDEOU OS NAVIOS MERCANTES BRASILEIROS NO
NORDESTE, NA DÉCADA DE 40, ACUSANDO A ALEMANHA PELO FEITO, A FIM DE
QUE O PRESIDENTE GETÚLIO VARGAS ADERISSE À
II GUERRA MUNDIAL. ELA TAMBÉM ESTEVE PRESENTE AQUI NA DÉCADA DE 60,
QUANDO DO GOLPE DE 64, DANDO APOIO LOGÍSTICO E MILITAR AO MESMO.
PORTANTO, OLHOS ABERTOS… INFORMEM A TODOS QUE PUDEREM, POIS
PROVAVELMENTE ALGO MUITO SÉRIO ESTÁ POR ACONTECER E NÃO É JUSTO QUE O
POVO BRASILEIRO FIQUE SEM SABER DISSO.
Acesse o Link abaixo:
http://www.clarin.com/diario/2008/07/14/elmundo/i-01714630.htm
Heitor Reis
Caro seu “Zé”: Falando em flmes que induzem à guerra, quem não viu ainda, “O Senhor da Guerra”, com Nicilas(Coppolla) Cage? É mais um desses filmes que desnudam a alma belicista e gananciosa americana. Aquí, nós temos um senhor que preside essre país, que é da paz e amor…Mesmo que bolivianos e paraguaios, provoquem, ‘tomando’ io primeitos as instalções da Petrobrás, e os seegundos, estejam com más intenções quanto à Itaipú Binacional…No tempo de Duque de Caxias, e do Almirante Tamandaré, as coisas eram diferentes, não se engoliam desaforos de um índio maluco e dos “refinados” europeus do Paragua. Foi assim mesmo que escreveram na bandeira deles, comendo a letra “Y”…Será que o pessoal do Itamaratí cursou a mesma escola do Lulla da Silva? Não aprenderam nem a escrever Paraguay direito. Façam-nos o favor!!!
E por que os árabes terroristeiam?
Juca Galvez
Zé
Acho que tínhamos assunto muito mais digno ao nosso trato do que o que relevaste, mas….
O Nassif tá comprando uma briga de gente grande, e eu tô me sentindo meio pequeno pra poder ajuda-lo.
Creio que ti, blogueiro entre os 10 mais teens, não deve se omitir. A COISA É SÉRIA. Os homens tão vindo com a maleta aberta e o turquinho não tem assalpão nenhum, vai se foder. Ajude-nos, por favor!!
A dignidade humana não deve ser atrelada à cor ou ao sabor da nossa ideologia, né?”
Fui… sem ir, ou melhor, sem querer ir…
Pois é Zé, é isto ai, além deste filme tem varios outros, e documentarios maravilhosos que eu so vejo aqui na França sobre a 1° e 2° grandes guerras… dai você entende tudo, o problema agora é como sair deste impasse?revolução interior, entendendo, mudando os nossos simples atos.
De zé
um dia deste passo em S Paulo
Zé, olhas os caras “plantando” guerra na Bolívia…O Morales até já exoulsou o embaixador americano (geralmente são agentes da CIA).
Márcia F.
Creio que suas suspeitas quanto a industria da guerra, infelizmente, são prováveis.
Creio também que a indústria da multa, indústria da “justiça”, a indústria da imbecilidade televisiva (aberta) e a pior delas, a indústria política brasileira, também são muito prováveis.
Caro Zé,
A ocasião é oportuna para suas ponderações. Infelizmente, apenas deixo aqui o meu pesar para essa nossa consciência engessada sobre a indústria da guerra…
Proclamem-se Antiestadunidenses de plantão!
Pois Zé, confirma o comentário do nosso copy-desk aqui do Notícias do Brasil: Em tudo, no mundo, tem as mãos (as patas e as botas) do americanos. No nb de Setembro falo sobre o nosso copy-desk (ainda existe essa profissão? Pois nós ainda temos - até algum jornalista). Ele sustenta que - não sei qual a sua fonte - o 11 de Setembro também tem as mãos dos americanos. Quando a Cia - diz ele - saiu a cata do Bin Laden, o Bush teria dado uma contra-ordem: “Deixem o homem em paz, ele vivo rende mais do que morto” (falou em inglês, mas o nosso colega já nos passou com a tradução para o português).
Otávio Martins - nb.jornal@yahoo.com.br
OH ZÉ
VOCE NÃO ME ESQUECE !
OLHA ESSE NEGÓCIO DE GUERRA NÃO É COMIGO, POR ISTO NÃO SOU COMPETENTE PARA TE RESPONDER.
ME LEVA UM DIA NUMA BOITE GAY?
ABÇS
TEREZA
porra!!!!!!
A última vez que os Estados Unidos foram atacados no seu próprio território por um inimigo externo verificou-se em 1814, quando as tropas britânicas puseram Washington a ferro e fogo. A Casa Branca foi então incendiada pelas tropas de sua graciosa majestade, assim como o edifício onde funcionava o Departamento do Tesouro. O U.S. Army, encolhido, não deu resposta às tropas do ex-colonizador. Diga-se de passagem que este episódio é cuidadosamente “esquecido” pela historiografia oficial estado-unidense.
De todas as explicações acerca dos atentados de 11 de Setembro de 2001 as menos críveis são exactamente aquelas propaladas pelo governo do sr. Bush. A barragem de falsificações e mentiras apregoadas pelo seu governo — e pressurosamente reflectidas pelos media corporativos servis ao poder, os tais que arrogantemente se proclamam como “referência” — diz muito acerca da época que vivemos. Assim, a opinião pública foi e é deliberadamente desinformada e enganada pelos media ao serviço do império bushiano. Tal desinformação serviu e serve para justificar os crimes cometidos após os 11/Set, como a invasão do Afeganistão e do Iraque com o cortejo de atrocidades ali cometidas pelas tropas de ocupação.
Por mais repetidas que sejam, as mentiras não passam a ser verdades. As investigações acerca do 11/Set prosseguem, nos EUA e em todo o mundo. Entretanto, não foram os primeiros auto-atentados da história cometidos com objectivos políticos. Basta pensar, por exemplo, no incêndio do Reichstag, na Berlim de 1933. Hoje, é cada vez maior o número de personalidades que contestam as várias e sucessivas versões oficiais do governo Bush.
O sítio http://patriotsquestion911.com/ , por exemplo, informa que 140 oficiais superiores das forças armadas, responsáveis de serviços de inteligência e polícias dos EUA põem em causa a versão oficial, assim como 530 engenheiros e arquitectos, 120 pilotos e profissionais da aviação, 300 professores, 210 sobreviventes e familiares das vítimas do 11/Set e 160 artistas e profissionais dos media. São homens e mulheres corajosos que se atreveram a romper com a hierarquia de comando, a por em risco as suas carreiras ou a obtenção de contratos do governo bushiano e manifestar-se em público. Muitos outros aprofundamentos das investigações prosseguem, como se pode ver nesta colecção de links sobre o 11/Set . Algum dia a verdade plena virá ao de cima.
Os governos portugueses não estão inocentes nos crimes cometidos na sequência do 11/Set: prestaram-se a enviar carne de canhão portuguesa para o Iraque, Jugoslávia e Afeganistão. O do sr. Sócrates colabora neste momento com os EUA/NATO na agressão ao povo afegão. O silenciamento dos media portugueses quanto à presença da tropa portuguesa no Afeganistão diz muito acerca da qualidade da informação existente no país. Só quando há um morto ou um ferido é que eles publicam uma pequena nota a respeito. Mas nada dizem dos que voltam contaminados pelo urânio empobrecido apanhado no Iraque, na ex-Jugoslávia ou no Afeganistão, com envenenamentos físicos, químicos e radiológicos. Trata-se de assunto tabu para o Ministério da Defesa e para as TVs e jornais portugueses ditos “de referência”. Seria inútil procurar tais informações nos media lusitanos. No tempo do fascismo os jornais ostentavam um anúncio que dizia: “Este número foi visado pela censura”. O fascismo não enganava ninguém, a censura era declarada explicitamente. Hoje já não há tal anúncio, mas a censura em Portugal é maior e mais subtil do que antes do 25 de Abril.
Para concluir esta nota, não se pode esquecer o outro 11 de Setembro. O de 1973, quando um golpe sangrento patrocinado pelo imperialismo estado-unidense derrubou o governo democrático do grande Presidente Salvador Allende Gossens. O Chile até hoje não se recuperou da barbárie neoliberal imposta pelos Chicago Boys pinochetistas.
Rui Mendes
Oi Zé!
O Kassab é gay?Ele tem aquela voz do pato Donald dos travestis.
É verdade que o PT está mandando votar no Kassab, para ele ir para o segundo turno, porque a Marta tem certeza de vence-lo ?
Oi, Zé, finalmente vc voltou a um tema importante, seus textos andavam muito superfíciais, ‘cosméticos’ mesmo, com aquele sobre ‘a ditadura da chapainha’. Mas tome cuidado, seus leitores estão atentos, como o Wilson que percebeu o viés anti-Marta entre parênteses. Sobre o porquê das guerras judaico-americanas, meu pai (que já morreu há mais de 20 anos) dizia lá nos anos 1950 que ‘os judeus são responsáveis por todas as guerras, pois são donos das fábricas de armas e ficam jogando um país contra outro pra provocar uma guerra’, quanta sabedoria num homem sem formação escolar! Quanto a filmes e documentários, ninguém se lembrou do mais perfeito, o de Michel Moore (acho que se chama ‘Farenheit 11′) em que ele mostra o Bush no momento em que recebeu a notícia, numa escola infantil, e ficou um tempão paralisado, com aquela cara de louco que lhe é característica. O ‘Senhor das armas’ não pode deixar de ser visto, e o que vc citou vou procurar numa locadora.
Silvio Massarini, criticar alguém por falar errado, errando é o cúmulo da estupidez.
“Nicilas”?! Ora, faça-me o favor…
Avisa aí pro Juca que os árabes terroristeiam porque o mesmo complexo industrial-militar lhes fornece as armas e rezam, catolicamente, para que eles as usem.
Marcos Nunes
http://rf-nunes.zip.net
Olá Zé
Concordo com suas palavras.Como pode um terrorista do porte de Osama Bin Laden ser treinado pelos EUA, ter feito o que fez e até o momento estar livre e solto para novamente V-O-A-R? Assim justifica-se o velho ditado TAMANHO NÁO É DOCUMENTO.
Sérgio Luiz de Mello
Professor- Ibiúna-SP
sergiolumell@ig.com.br
Prezado Zé.
Colocaram a sua cara na ilustração dessa semana, depois dizem que a veste não faz o monge .
Com o chapéu do Tio San até o Bin ficou simpatico.
Um grande abraço
Maria Gilka.
Promessas.
” Serra, quando candidato à Prefeitura de São Paulo, prometeu que não deixaria o cargo para concorrer ao governo do Estado. Promessa não cumprida, em total desrespeito aos que lhe confiaram o voto.”
Assim começa uma carta publicada no Painel do Leitor do Jornal ” A Folha de São Paulo” domingo 14/09/08, que termina , depoia de relatar outras promessas segundo o missivista, não cuimpridas:”_ Acho que é mais uma promessa para ficar no papel”
Hoje a Folha publicou a relação dos candidatos a re-eleição com este título” Maquina municipal turbina o caixa e alavanca candidatos” e com o sub-titulo ” COM COFRE CHEIO, PREFEITOS LIDERAM”
Kassab- atual prefeito arrecadou para a sua campanha R$10,1 milhões, e está subindo nas pesquisas de intenções de votos.
Quem deve se envergonhar?
Se mesmo faltando com a palavra empenhada , Serra venceu a eleição em São Paulo, no primeiro turno, e Kassab, que agora não é mais chamado do prefeito “lacraia” , que não fez outra coisa no seu goveno do que multar e perseguir quem trabalha ,deixou a cidade suja, feia e escura, todas as medidas que tomou para melhorar o trânsito foi penalisando o povo,( rodizio e multas) agora deverá ser eleito porque está gastando muito na sua campanha, porque arrecadou muito.Quem está financiando a sua campanha com valores altos é por que sabe que o investimento vale a pena, ou não?
Os paulistas perderam a vergonha, e merecem o Serra e o Kassab, e como quanto pior melhor até a Marta está valendo.
Agradeço sua atenção
Um grande abraço
Maria Gilka.
Olá José, Quem me indicou o teu blog foi o Marcos Nunes, do Rio de Janeiro. Moro em Miami, e recentemente li um livro que dá em detalhes como o complexo militar está entranhado em TODOS os setores da vida americana. Impossível isso se manter sem guerras. O livro chama-se “The Complex - How the Military Invade Our Everyday Life”, de Nick Turse. Vale a pena googlar o nome do autor, porque ele participa de um blog. Convido-o a visitar o meu blog http://www.leiajunto.wordpress.com.
Um abraço
Cesar
Zé,
é a primeira vez que entro no seu blog. Não sei se tem tempo para ler todos os comentários que lhe fazem, mas queria simplesmente lhe dizer que GOSTEI !
Tem aquele livro do Noam Chomsky “O que o Tio Sam realmente quer”, que mal comecei a ler, mas fala sobre o assunto.
Parabéns pelo blog e pela opinião.